Agora é oficial: cada um de nós é uma ilha cercada de informação por todos os lados. Na atual “idade mídia”, temos à disposição um cardápio variado de conteúdo. É uma enxurrada de dados e informações a todo instante. E indo a fundo nas teorias da Psicologia Cognitiva, uma técnica conhecida como Chunking ganha uma certa notoriedade em várias áreas, inclusive na produção de conteúdo online.
Só o Youtube, por exemplo, é um dos sites mais acessados, de acordo com uma recente pesquisa da Nielsen. Isso apenas mostra como o fluxo de conteúdo, especialmente o no formato de audiovisual, é bastante atuante no nosso dia a dia.
Nesse contexto, em que o excesso de informação é a regra, passamos a exigir cada vez mais da memória do computador mais antigo que existe: o cérebro humano.
Memorizar conteúdos, tentar lembrar de datas e compromissos é algo que faz parte do cotidiano de todos nós. Não dá para negar que a tecnologia moderna dá uma ajuda, mas ainda assim, é sempre bom exercitar um pouco o nosso cérebro.
Por falar em conteúdo, quem atua em atividades que visam a produção de textos, (olha o webwriting aí), deve ter um bom repertório para lembrar de informações relevantes. Nesse sentido, é um tanto arriscado depender apenas das ferramentas tecnológicas.
Nesse texto a gente vai mostrar o que é exatamente e como funciona essa técnica de memorização, salientando ainda como ela pode ser bastante utilizada no contexto de Webwriting.
Tenha uma boa leitura!
Tópicos
Organização do conhecimento – O principal alicerce do Chunking
Você já reparou como a organização é tudo na vida? Imagine, por exemplo, o seu guarda-roupa. Você provavelmente coloca as diferentes peças de roupa em compartimentos adequados para isso.
As camisetas vão para a gaveta das camisetas, os casacos são colocados no espaço destinado a eles, em suma, tudo é devidamente organizado, pois assim fica mais fácil de lembrar.
O mesmo vale para os livros na estante de uma biblioteca, para os produtos em um supermercado e até mesmo para as músicas no seu perfil do Spotify. Tudo tem o seu lugar certo.
De forma geral, quando o assunto é memorização e aprendizado, a situação não é diferente. A nossa mente também funciona por meio de gavetinhas e compartimentos. Com base nisso, a psicologia cognitiva fala muito em uma técnica conhecida como Chunking.
O que é Chunking?
“Chunk” vem do inglês e, traduzindo para o nosso bom e velho português, ele quer dizer literalmente “pedaço”, ‘fragmento”.
Partindo disso, a técnica conhecida como Chunking consiste em fragmentar os principais elementos de um determinado assunto. Com isso, se torna muito mais fácil memorizar e assimilar as características desse tema.
Na prática, esse é um método baseado em conceitos da psicologia cognitiva e que se adaptam bem no dia a dia de estudantes e de profissionais que atuam em áreas como Biologia, Matemática, Tecnologia da Informação e, até mesmo, produção de conteúdo online.
A partir do momento em que você divide as informações em fragmentos menores, se torna bem mais fácil manter o foco em um tema e ainda assimilar os conceitos por meio de etapas, elaborando uma compreensão mais completa do assunto como um todo.
De uma forma geral, podemos afirmar que a técnica de estudo Chunking consiste em uma ferramenta valiosa para estudantes, professores e criadores de conteúdo que desejam melhorar a sua compreensão e a retenção de conceitos, inclusive ajudando a organizar as informações.
E em um cenário como o atual, em que o diagnóstico de TDAH é bastante elevado na população brasileira, o Chunking surge como uma ferramenta a mais para facilitar o ensino e o processo de aprendizagem.
Entendendo os fundamentos do Chunking
Ainda que hoje em dia a técnica de Chunking venha conquistando espaços valiosos em várias áreas da ciência, da cultura e da tecnologia, ela não é exatamente uma novidade.
Ela surgiu em meados do século passado, quando o psicólogo George A. Miller publicou o artigo “The Magical Number Seven, Plus or Minus Two: Some Limits on our Capacity for Processing Information”.
Em uma tradução livre: “O mágico número sete, mais ou menos dois: alguns limites em nossa capacidade de processamento de informações”.
Por meio desse artigo, Miller estabeleceu que a capacidade do cérebro humano em processar informações é limitada a poucas informações. Basicamente a quantidade delas é sete itens.
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Com base nisso, o pesquisador desenvolveu a técnica dos “pedaços”, ou seja, da fragmentação das informações. O Chunking propriamente dito. A partir do momento em que o conteúdo é dividido em pedaços menores, o cérebro passa a ter mais condições de assimilar melhor os conceitos.
Com essa divisão de informação em blocos menores, é possível obter uma série de vantagens, como, por exemplo:
- Rápida memorização.
- Foco na hora de aprender um assunto.
- Organização de informação.
- Facilidade para disseminar e produzir determinados conteúdos.
- Gestão de tempo.
- Aumento e melhoria na assimilação de conteúdo.
- Aplicabilidade em várias áreas do conhecimento humano.
Conhecendo algumas técnicas de Chunking
Já falamos que o Chunking é uma técnica de memorização e aprendizado que ajuda a dividir informações em pedaços menores, facilitando a memorização e a organização do conhecimento.
Na teoria isso é realmente muito interessante, mas na prática como ela funciona? Quais os métodos corretos? Como proceder na hora de “despedaçar” e organizar as informações? Em suma, como saber que você está usando o Chunking do jeito certo e eficiente?
Nesse contexto, é interessante destacar alguns métodos considerados básicos para você não errar no uso dessas técnicas.
O desenvolvimento dos Chunks
Imagine um aprendiz de relojoeiro. Pense também que o conteúdo a ser assimilado é como um antigo relógio. O primeiro passo desse aspirante a consertar relógios é entender como esse artefato funciona.
Para isso, é preciso compreender qual é a função de cada engrenagem, como cada peça se encaixa uma na outra para e desse jeito, viabilizar a magia de contar o tempo.
No caso do Chunking o método básico não é tão diferente disso. Inicialmente, é necessário olhar o conteúdo como um todo e, a partir disso, dividi-lo em fragmentos que permitam a melhor assimilação das suas partes principais.
Imagine, por exemplo, que você está estudando filosofia. Nesse caso você vai colocar um pedaço do conteúdo numa gaveta na sua mente destinada aos pensadores pré-socráticos. Em outra você vai guardar os socráticos, já em outra você vai reservar um lugarzinho para os estoicos e assim por diante.
Isso também vale para a criação de conteúdo online. Um webwriter, inicialmente, vai desmembrar o conteúdo em tópicos com o intuito de melhor organizar as ideias e a apresentação dos conceitos. Você já percebeu que estamos aplicando essas técnicas aqui neste texto também?
A revisão dos Chunks
Depois que os chunks foram devidamente criados e estabelecidos, a etapa seguinte é revisar e memorizar as informações coletadas. É durante esse processo que será necessário realizar diversas associações mentais para otimizar a memorização das informações.
Imagine, por exemplo, se o conteúdo em questão a ser estudado – ou desenvolvido no formato de texto online – é voltado para a área da Astronomia.
Nesse caso, o autor pode elaborar associações mentais para ajudar o leitor a lembrar e a assimilar melhor o conteúdo apresentado. Esse é um procedimento essencialmente subjetivo e individual, pois demanda criatividade e ainda envolve a criação de imagens mentais ou ainda a associação de determinadas palavras.
Em virtude disso, o Chunking vem sendo considerado uma técnica de estudo bastante eficiente, que ajuda os estudantes e criadores de conteúdo a processar, memorizar e transmitir informações de maneira mais organizada.
Chunking no Webwriting
Assim como o Chunking – e também igual a outros conceitos do século XXI – o Webwriting vem do inglês e pode ser traduzido como “escrita para a web” ou “escrita para a rede”.
Em termos práticos, webwriting é essencialmente a redação para a internet. Sendo assim, quando falamos nessa atividade, estamos nos referindo a uma série de técnicas e regras de escrita destinada para sites, blogs, redes sociais e outros ambientes digitais.
Se engana ainda quem pensa que o Webwriting é aliado apenas de quem alimenta blogs e gerencia mídias sociais como Instagram, Facebook e Twitter. Hoje em dia, diante do apelo do formato audiovisual, o webwriting também é um guia para a produção de conteúdo em vídeos.
Só é bom ter em mente que Webwriting é diferente daquele outro conceito também muito relevante nos dias de hoje, a UX Writing. Enquanto o primeiro é a redação para web levando em conta algumas regras básicas, como a escrita em tópicos e a concisão textual, o segundo vai para um caminho um pouco mais diferente.
A UX Writing tem a ver com a UX, também conhecida como a User Experience ou Experiência do Usuário. Quem já está habituado no ramo da tecnologia – e também do Marketing Digital – com certeza já ouviu muito sobre essa área
UX Writing aborda uma escrita online voltada para facilitar a produção de conteúdo textual nos diferentes formatos de telas e dispositivos eletrônicos, especialmente para favorecer e otimizar a Experiência do Usuário.
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Mas e o Chunking, onde entra nessa história?
Chunking na produção de conteúdo
O Chunking, por ser um método que facilita a fragmentação de conceitos para viabilizar a assimilação e memorização de conceitos variados, também pode ser utilizado para a produção de conteúdo.
Sendo assim, é a partir desse ponto em que a linha entre Chunking e Webwriting se torna bastante tênue, pois ambos envolvem a criação e a disseminação de conceitos, ideias e informações.
O Chunking é importante na produção de conteúdo porque ele permite ao criador obter uma melhor organização do conhecimento em questão.
Nesse sentido, por meio das técnicas de Chunking, o criador de conteúdo pode ter uma visão abrangente dos assuntos a serem abordados. Em virtude disso, ele terá mais facilidade para dividir e organizar melhor esse conteúdo.
Partindo do fato de que o conhecimento humano assimila partes de um conceito para compreender o todo, o Chunking transporta essa dinâmica para a criação de conteúdo. Isso permite que o criador também conheça melhor como o seu público pode assimilar as informações apresentadas.
Além do mais, o conceito de Chunking permite estabelecer uma hierarquia de informações relacionadas a um conteúdo. Desse modo, se torna muito mais fácil redigir o roteiro de um vídeo, estabelecer a ordem dos assuntos em um debate no formato podcast e também definir os tópicos em uma postagem de blog, por exemplo.
Chunking na Redação web
O uso do conceito de Chunking na Redação web é bastante abrangente, pois o próprio conceito de escrita digital é bastante amplo. Vale salientar que o conteúdo na internet pode ser um blog, um vídeo no Youtube, podcasts ou postagens em rede social.
Devido a isso, quando a gente fala em aplicar a dinâmica do Chunking na Redação web, é necessário seguir alguns caminhos bem definidos. São eles:
- Amplo domínio do conteúdo;
- Definir o que é prioritário na hora de abordar o assunto;
- Conhecer as características dos ambientes online onde o conteúdo será exposto;
- Estar atualizado sobre o comportamento do usuário;
- Entender sobre técnicas de escrita.
Dominar o conteúdo é parte fundamental do processo, não apenas por destacar a autoridade do criador acerca do assunto, mas especialmente para facilitar a organização dos temas e a dinâmica de elaboração dos “pedaços de informações”.
Além do mais, o conhecimento aprofundado no conteúdo a ser trabalhado também permite definir com mais precisão o que é prioridade, quais tópicos são os mais relevantes e quais merecem mais atenção e destaque.
Também não dá para deixar de lado a análise precisa dos meios onde os conteúdos serão utilizados. Esse conteúdo será postado em um blog? Quem sabe em vídeos no Youtube ou em stories do Instagram? Ou até mesmo em todos esses ambientes mencionados?
Repare que isso vai influenciar diretamente não apenas no estilo da escrita propriamente dito, mas especialmente na elaboração e disseminação desse conteúdo.
Outro aspecto que deve ser levado em conta ainda é conhecer profundamente os métodos e as aplicações do Chunking, inclusive os fundamentos técnicos e científicos.
Sendo assim, compreender como o cérebro humano absorve e guarda informações presentes em textos, imagens e em materiais audiovisuais também deve fazer parte importante de todo o processo.
Neste link você vai entender tudo sobre o que é Webwriting e sua importância
Fragmentação de conteúdo para o Webwriting
O ato de dividir um conteúdo em blocos de informações menores faz com que sejam mais fáceis de serem lembrados, bem como agiliza a organização dos mesmos. Isso ocorre pelo fato de que a nossa memória de curto prazo é limitada.
Ainda que algumas pesquisas apontem que os indivíduos tenham capacidade de armazenar entre cinco e nove unidades de informação, a psicologia cognitiva já determina que a memória de curto prazo está apta a armazenar cerca de quatro blocos de informação.
Nesse sentido, conforme os estudos neurocientista Daniel Bor, autor de The Ravenous Brain, o Chunking surge como a possibilidade da mente humana utilizar melhor os limites de nossa memória.
Segundo Bor, a tendência natural da mente das pessoas é assimilar informações por meio de padrões e, a partir disso, estabelecer conexões. Essa capacidade não ajuda apenas a possibilidade de memorizar, mas também atua como importante meio de criação.
A aplicação do Chunking em outras áreas
No atual contexto em que vivemos, marcado pelo excesso e descentralização de informações, o conceito e a utilização do Chunking denotam bastante relevância na área de Webwriting e criação de conteúdo em geral.
No entanto, o Chunking não mostra as caras apenas nesses segmentos. Há outros em que ele é utilizado, pois pode ser um importante aliado em áreas como a Psicologia, a Educação, o Marketing e em outros cenários sociais e corporativos.
Graças a estudos sólidos e pesquisadores sérios, o Chunking vem conquistando um significativo espaço em várias áreas. Abaixo vamos destacar algumas delas.
Chunking na Psicologia Cognitiva
A Psicologia Cognitiva consiste em uma área da Psicologia que tem o objetivo de estudar e avaliar os processos mentais. Nesse sentido, essa área é focada em compreender e analisar como ocorrem fenômenos como a percepção, a atenção, a memória e a linguagem na mente humana.
Na prática, podemos dizer que a Psicologia Cognitiva estuda como as pessoas percebem o mundo e os conceitos ao seu redor. Não é por acaso que ela é um elemento bastante presente em segmentos como a Educação, por exemplo.
O próprio conceito de Chunking, nesse caso, é oriundo da Psicologia Cognitiva, pois consiste em uma técnica que estuda e investiga técnicas de memorização, de aprendizado e de como organizar melhor as informações.
Inclusive, em um cenário como o atual, em que há um elevado índice de pessoas que denotam algum tipo de distúrbio mental, a Psicologia Cognitiva ganha ainda mais relevância.
Males como a ansiedade, depressão, TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e o TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) também estão no radar da Psicologia Cognitiva.
Chunking na Linguagem e na Memorização
O processo de comunicação, do aprendizado de fala e de novas linguagens também pode ser assimilado e estudado pelas técnicas de Chunking.
Hoje em dia, sabendo que o entendimento e o aprendizado de um idioma envolvem processos de memorização e de associação de conceitos e símbolos, os métodos propagados pelo Chunking podem ser aplicados também no campo da linguagem.
Além do mais, a fragmentação do conhecimento em “pedaços menores” também facilita na apresentação e organização dos conteúdos, facilitando que o ensino se adapte melhor às necessidades do aluno, levando em consideração idade e outros fatores.
Também é importante salientar que por trabalhar com a memorização e associação de elementos, o Chunking, aplicado no ensino de outras línguas, também é uma solução que estimula a criatividade e o raciocínio lógico do aluno.
Chunking na criação de materiais educacionais
Dentro de uma perspectiva da Psicologia Cognitiva, o Chunking também é muito valioso no universo da educação, sendo um recurso válido na criação e elaboração de materiais de ensino, inclusive no meio acadêmico.
Por meio das técnicas de Chunking, o educador pode elaborar conceitos associativos na hora de desenvolver os materiais, tais como apostilas, vídeos e outros formatos.
Tudo isso, obviamente, levando em conta o teor das disciplinas abordadas, o ambiente de ensino e a idade dos estudantes.
Logo, um material sobre a Revolução Francesa, por exemplo, destinado para alunos do ensino médio, terá uma abordagem bem distinta daquele desenvolvido para estudantes e pesquisadores universitários.
Contudo, em um cenário como o atual, em que o Ensino à Distância é um formato bastante utilizado e apresenta crescimento contínuo, o Chunking também surge como uma solução moderna e adaptada às necessidades de um mundo cada vez mais digital.
Nesse caso, graças às técnicas de Webwriting baseadas nos conceitos de Chunking, o conteúdo do EaD ganha muito mais qualidade, bem como apresenta uma dinâmica que atende as necessidades e os objetivos dos estudantes.
Conclusão
Nesse texto foram apresentados vários tópicos mostrando que o Webwriting também pode se beneficiar com a técnica de Chunking.
Por permitir que as pessoas tenham condições de memorizar números, palavras e conceitos, essa técnica se torna uma ferramenta a mais para quem trabalha com a produção e disseminação de conteúdo, especialmente no meio online.
De forma geral, quando o tema é conteúdo na internet, também é sempre bom incluir aí o material voltado para o EaD, que cada vez mais está ganhando espaço e respeito no mercado.
Além disso, esse texto reforçou que, em um cenário como o atual, repleto de informações e conhecimentos fragmentados, o Chunking surge como uma maneira de facilitar o aprendizado e exercitar a memorização, alinhando os conteúdos em blocos.
De maneira geral, o fato é que organizar as informações em blocos fragmentados ajuda na memorização, permitindo que a quantidade de informações absorvida seja devidamente organizada. Em suma, quantidade não é qualidade e isso também vale quando o assunto é memorizar e aprender.
Também salientamos nesse texto que o Chunking tem base em estudos da Psicologia e que ele facilita bastante o trabalho do Webwriting, não apenas por facilitar a assimilação de vários conteúdos, mas também, por viabilizar a melhor organização de várias informações na hora de produzir conteúdo.
Portanto, espero que, com esse artigo, você tenha condições de aprimorar ainda mais o seu trabalho de redação web, contando com as principais técnicas de Chunking, otimizando ao máximo não apenas a sua capacidade de assimilar informações, mas também melhorando a qualidade do seu texto.
Referências:
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